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Aimberê - Espetáculo Teatral no CCJF

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Aimberê - Espetáculo Teatral no CCJF

05 jul - 2024 • 19:00 > 28 jul - 2024 • 20:00

Evento encerrado

Aimberê - Espetáculo Teatral no CCJF

05 jul - 2024 • 19:00 > 28 jul - 2024 • 20:00

Evento encerrado

Descrição do evento

SINOPSE

O espetáculo teatral "Aimberê” reconta a história do Brasil, a partir do século 16, durante Guerra dos Tamoios. Para isso, remonta às invasões portuguesa e francesa na Guanabara e à fundação da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, pela ótica de Aimberê, guerreiro Tamoio do povo Tupinambá. A peça reflete sobre a saga do herói brasileiro – ou da arte brasileira –, que persiste em lutar para ser reconhecido. A luta de Aimberê, como personagem apagado/silenciado na história do Brasil, se conecta à própria resistência da arte, que busca nas suas margens (e nos seus marginais) a força para continuar.


SOBRE O ESPETÁCULO

Nossos antepassados, há mais de 500 anos, e em diferentes momentos históricos, travaram batalhas em busca da sobrevivência. No entanto, historicamente pouco se falou sobre esses movimentos de resistência contra as ameaças trazidas pelos invasores. O espetáculo “Aimberê”, que inicia nova temporada, em 05 de julho, no Centro Cultural Justiça Federal, faz parte de um conjunto ainda raro, mas crescente, de obras das artes cênicas que trata da temática dos povos originários. Com texto de Ademir Martins, direção de Pedro Bárbara e atuação de Eli Emiliano Corrêa, a peça conta a história das invasões portuguesa e francesa na Guanabara e da fundação da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, pela ótica de Aimberê, guerreiro Tamoio do povo Tupinambá. 

A dramaturgia de Ademir Martins coloca Aimberê contando a própria história. E como herói-morto, o primeiro desafio que enfrenta é ressurgir em terras cariocas em 2024 dentro do teatro: uma casa mágica, a qual o personagem se refere e, que pode ser entendida também como um terreiro. O terreiro é o ponto de chegada e de partida de Aimberê; é o lugar onde ele se reconecta com o passado que viveu e dialoga com questões do século 21. No centro do terreiro, Aimberê enterra seus ancestrais e desenterra suas memórias. 

O espetáculo teatral "Aimberê - o último dos tamoios" reconta a história do Brasil. Para isso, remonta ao século XVI, durante a Guerra dos Tamoios, às invasões portuguesa e francesa na Guanabara e à fundação da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, pela ótica de Aimberê, guerreiro Tamoio do povo Tupinambá. O contexto vanguardista do movimento modernista brasileiro dos anos 20 e todo fervor do manifesto antropofágico dos Andrades lançam sobre o espetáculo as luzes de que precisa para pensar sobre a saga do herói brasileiro – ou da Arte brasileira –, que persiste em lutar para ser reconhecido. Ou seja, a luta de Aimberê, como personagem apagado/silenciado na história do Brasil, é, por assim dizer, a própria resistência da Arte, que busca nas suas margens [e nos seus marginais] a força para continuar.

 Aimberê precisa contar sua história! A luta dos povos originários pela sobrevivência e pela proteção do território é histórica, e as pessoas precisam conhecer, reconhecer e valorizá-la. E para nós, artistas de teatro, o desafio se dá nessa arena que é o nosso espaço de existência e de fala. E para Aimberê, herói-morto, o primeiro desafio que enfrenta é ressurgir em terras cariocas, nestes tempos, dentro do teatro: uma casa mágica à qual o personagem se refere, que para nós é, na verdade, um Terreiro! O Terreiro é um espaço de evocação dos mortos e das memórias do guerreiro tamoio, protagonista dessa história. Um espaço de magia, de imaginação, de celebração e de seus rituais. Lá ele deixa suas lembranças, seu choro e sua ira. Lá também é onde o ator escancara suas vergonhas, despindo-se de Aimberê e tornando a devorá-lo por inteiro, num gesto antropófago por natureza. O centro desse terreiro revela o grande túmulo dos guerreiros mortos em batalhas e é deste lugar que Aimberê começa a recontar sua saga. Este espetáculo é necessário porque temos fome: de arte, de cultura e de revisionismo histórico. O público tem fome de educação, de contato com boas histórias e de narrativas de qualidade que despertem boas emoções e agucem a sensibilidade do espectador. 


Texto Inédito. Quarta Temporada no Rio de Janeiro. Duração 60 minutos


CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

14 anos


FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Pedro Bárbara

Dramaturgia: Ademir Martins

Atuação: Eli Emiliano Corrêa

Cenários e Figurinos: Guilherme Reis

Preparação Vocal: Natalia Fiche

Iluminação: Fernanda Mantovani

Direção de Produção: Janaina Mendes

Produção Executiva: Eli Emiliano Corrêa

Assistente de Produção: Dulce Austin

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação (Rachel Almeida): racca.almeida@gmail.com

Gestão de redes sociais: Viviane Santos



SERVIÇO

Local: Centro Cultural Justiça Federal

Endereço: Avenida Rio Branco, 241 - Centro - Rio de Janeiro - (Estação de Metrô Cinelândia)

Período: de 05 de julho a 28 de julho

Dias da semana: Sextas, Sábados e Domingos

Ingresso: Inteira R$ 40 | Meia R$20

* Meia entrada para idosos, estudantes, professores das redes públicas e particulares, classe teatral, PCD e indígenas.

Horário de funcionamento da bilheteria: no dia do evento (sex, sáb e dom) das 17h às 19h.

Capacidade do teatro: 125

Informações: 

(21) 976225565 (Ligação e WhatsApp)

E-mail: elicorrea.bar@gmail.com

INSTAGRAM da peça

@aimbereteatro

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Local

Centro Cultural Justiça Federal - CCJF

Avenida Rio Branco, 241 Centro

Rio de Janeiro, RJ

Termos e políticas

Sobre o produtor

Eli Emiliano Corrêa

É ator e produtor paraense. Formou-se em Teatro pela Escola de Artes Maria José Guedes – EMART. É mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Atuou nos seguintes espetáculos: “Mundo coberto de pena” (de Leandro Cunha e Anderson Arêas. Dramaturgia baseada no romance Vidas Secas de Graciliano Ramos); “Buraco” (de Ademir Martins, com direção de Eduardo Gama; “Ferocidade” (de Ricardo Meirelles)

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