10 out - 2018 • 08:00 > 10 out - 2018 • 13:00
10 out - 2018 • 08:00 > 10 out - 2018 • 13:00
SESI Viva+ apoia
empresas na gestão estratégica
de segurança e saúde no trabalho
Em plataforma
disponível online, empresas contam com dados e informações sobre a saúde dos
trabalhadores para o desenvolvimento de ações que reduzem custos e geram mais
valor aos negócios
Está no ar o SESI Viva+ (https://www.sesivivamais.com.br/main), a nova plataforma online do Serviço Social da
Indústria (SESI) que facilitará o acesso a informações e a tomada de decisões
sobre investimentos em segurança e saúde dos trabalhadores na indústria. Esse
canal reúne em ambiente único um conjunto de ferramentas, desde programas
especializados, campanhas, conteúdos técnicos e canais de relacionamento para
gestores da indústria implementarem
ações de melhoria da gestão de SST e de
estímulo à construção de um ambiente seguro e saudável.
Um
dos principais focos de atuação do SESI Viva+ é o apoio às empresas no atendimento a demandas legais
relacionadas à SST e ao eSocial – sistema unificado do governo para envio
das informações fiscais, trabalhistas e
previdenciárias dos trabalhadores. A plataforma disponibilizará para indústria
um sistema para gestão dos programas legais, que reduzirão riscos de autuações
por órgãos fiscalizadores.
Além
disso, os dados sobre saúde e hábitos dos trabalhadores da indústria
servirão para o desenvolvimento de
estudos epidemiológicos, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, para apoiar
indústrias na prevenção de doenças e acidentes, na redução de custos com saúde
e afastamentos, e na diminuição de custos com planos de saúde. As informações
serão disponibilizadas em canais personalizados dentro da própria plataforma a
parceiros, a indústrias que contrataram o SESI e a trabalhadores, que possuirão
login para acesso.
Segundo o diretor-superintendente do SESI, Rafael
Lucchesi, quanto antes as empresas consolidarem as informações de SST e alinhar
com dados trabalhistas, mais preparadas estarão para evitar multas e
desenvolver ações inovadoras para a redução de acidentes e doenças do trabalho
e promoção da saúde no trabalhador. “Acidentes e doenças representam custos
significativos para empresas independentemente das exigências legais”, diz.
“Por isso, ao se trabalhar a gestão de SST de forma efetiva, com informações e
dados consistentes, é possível melhorar a tomada de decisão sobre investimentos
na área e, assim, obter tanto redução de custos quanto melhorar a produtividade
e a imagem da empresa.”
INOVAÇÃO – A nova plataforma permitirá ainda a
identificação de necessidades das indústrias por tecnologias que aumentem a
segurança no trabalho e a saúde dos trabalhadores a serem desenvolvidas nos
Centros de Inovação do SESI (http://www.inovacaosesi.org.br/apoio-sesi/). Ao todo, são oito institutos
focados em pesquisas nas áreas de prevenção da incapacidade, economia para
saúde e segurança, ergonomia, sistemas de gestão de SST, longevidade e
produtividade, higiene ocupacional, fatores psicossociais e tecnologias para a
saúde.
Anualmente, mais de 4 milhões de pessoas são
beneficiadas com programas de segurança e saúde no trabalho e 2 milhões de
pessoas participam de ações de promoção da saúde ofertadas pelo SESI em todo o
Brasil. Ao todo, são 50 mil indústrias atendidas pela instituição. Em 2017,
foram realizadas 1,6 milhão de consultas médicas, 2,8 milhões de exames e 1
milhão de pessoas atendidas em campanha de vacinação promovida pela
instituição. Recentemente, o SESI recebeu prêmio da Associação Brasileira de
Qualidade de Vida (ABQV) que reconhece a instituição como modelo em prestação
de soluções de segurança e saúde no trabalho. No ano passado, o SESI foi pela
quinta vez a marca mais lembrada em serviços de segurança e saúde no trabalho
no prêmio Top of Mind da Revista Proteção, publicação especializada no tema.
EMPRESAS ATENTAS – Para as empresas a questão de SST
ganha cada vez mais importância na estratégia dos negócios. Pesquisa do SESI de
2016 mostra que 71,6% das indústrias estão dando prioridade à gestão de
segurança e saúde dos trabalhadores e, para 76,4% dos entrevistados, o grau de
atenção da indústria brasileira ao tema deve aumentar nos próximos anos.
Essa crescente preocupação com o tema tem se
convertido em redução dos acidentes no Brasil. Dados da Secretaria de
Previdência do Ministério da Fazenda apontam que o número de acidentes de trabalho
por grupo de 10 mil profissionais caiu mais de 25% entre 2007 e 2016 – de
137,8, em 2007, para 103,0, em 2016. “O setor avançou muito na última
década e acreditamos que é possível reduzirmos ainda mais o número de
afastamentos por doenças e acidentes do trabalho”, afirma Lucchesi.
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