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Mostra de documentários: Filmes do Barro (16/10)

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Mostra de documentários: Filmes do Barro (16/10)

16 out - 2022 • 11:00 > 16 out - 2022 • 18:00

Evento encerrado

Mostra de documentários: Filmes do Barro (16/10)

16 out - 2022 • 11:00 > 16 out - 2022 • 18:00

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Descrição do evento

Auditório Lina Bo Bardi
Curadoria: RodriguezRemor


16 out (dom), 11h, 14h e 16h30 – sessão 2 (1h22min)

Dagmar, Filha do Barro, 2022, RodriguezRemor, 21min
Acompanha o cotidiano da artista baiana Dagmar Muniz de Oliveira, que manufatura os maiores vasos cerâmicos do Brasil. Uma pesquisa audiovisual sobre a força do matriarcado na luta pela sobrevivência e manutenção de tradições ancestrais, em cruzamento com as etapas de confecção cerâmica: a busca do barro na foz do Jequitinhonha, a secagem e a preparação da argila, a modelagem das peças em família, o enfornamento dos potes e a singular queima em forno caieiras.

Vitalino – Lampião, 1969, Geraldo Sarno, 9min
Do barro de telha ou massapê começa a surgir, pelo trabalho do ceramista Manuel Vitalino dos Santos, uma imagem de Lampião, o rei do Cangaço. Segundo o artista, filho do Mestre Vitalino, o mais famoso artesão do barro do Nordeste, seria preferível abandonar a arte a ter que mudar sua forma artesanal de produção. Tradição e consumo são discutidos quando a arte chega para ser comercializada na Feira de Caruaru em Pernambuco. Marcando a trilha sonora, a voz do cantador Severino Pinto.

Mestre Nado: A Terra, a Água, o Fogo e o Sopro, 2013, Tila Chitunda, 17min
Ele mistura terra, água, fogo ao sopro. Dessa alquimia Mestre Nado cria o som do barro.

Maragogipinho, 1968, Guido Araújo, 22min
Na Feira de São Joaquim, em Salvador, encontra-se a maior concentração de cerâmica popular da Bahia. Quase toda a produção dessa afamada cerâmica utilitária e de adorno vem da vila de Maragogipinho. Situada no Recôncavo Baiano, essa pequena comunidade de oleiros vive há mais de 200 anos da produção artesanal de objetos de cerâmica popular. O filme, com um tratamento de acentuado caráter etnográfico, mostra todo o processo de produção da cerâmica, desde a retirada da argila do barreiro até a colocação do produto acabado no mercado consumidor do Recôncavo e da capital baiana. Há também uma preocupação no filme, de registrar as condições de trabalho, o cotidiano da comunidade e o relacionamento entre as pessoas que vivem da produção de cerâmica no Maragogipinho.

Louça de Deus, 2016, Eudaldo Monção Jr, 13min
Bahia, séc XIX, Patrício saiu de Maragogipinho, navegando pelo Rio Jaguaripe até Nazaré, em uma canoa abarrotada de miniatura de utensílios domésticos feitos em barro. Assim começou a Feira de Caxixis, maior evento ceramista da América Latina.

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